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ELEMENTOS
CONSCIENTES
A Insuficiência Materialista e a Aurora dos Elementos Conscientes
A Insuficiência Materialista e a Aurora dos Elementos Conscientes
1. O Prelúdio Ontológico
O paradigma epistemológico ocidental, profundamente enraizado desde o dualismo cartesiano e a mecânica newtoniana, tem tratado, durante muito tempo, o universo como um determinismo material surdo — uma máquina automatizada e desprovida de sentido. Dentro deste quadro ontológico, a "consciência" foi marginalizada, classificada meramente como um epifenómeno ou uma anomalia biológica que emerge das interacções cinéticas cegas das partículas. O manifesto dos Elementos Conscientes introduz aqui uma mudança radical do modelo cognitivo: e se a consciência não fosse uma propriedade emergente da matéria, mas sim a sua essência fundacional?
Para explicar as coisas de forma mais simples:
Durante muito tempo, os cientistas e filósofos ocidentais trataram o universo como se fosse uma enorme máquina morta, a funcionar como as engrenagens de um relógio. Nesta visão, consideravam que a "consciência" ou o "sentimento" era apenas um acidente estranho que ocorreu nos nossos cérebros devido à interacção de coisas sem vida. Mas o livro "Elementos Conscientes" coloca uma questão que muda tudo: e se a consciência não fosse um simples resultado que apareceu de repente, mas a base real sobre a qual a matéria é construída?